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Enterro do Civita coalhado de tucanos


Diga-me com quem andas que te direi se te vendo fiado.
Diz-me quem foi no teu enterro que eu te direi se foste biba.
No meu caso, quando um jornalista idiota hoje finado, pôs a foto de um meliante morto a tiros e na manchete “Jorginho do parque 10 foi metralhado”, vários amigos ligaram e foram na minha casa doidinhos para comer e beber de graça.
Não era eu. No Parque 10 deve ter mais de dois Jorginho.
Eu sou o que está vivo.
No meu “velório” apareceu tudo que era biba amiga chorando e perguntando para o meu pai se era eu mesmo.
Meu pai calmamente respondia que não.
Acho que foi uns 10 amigos gays chorando na minha casa.
Ôh raça solidária!
Mas ainda não foi daquela vez que choraram sobre o meu corpinho.
Hoje vendo a fotinha do enterro do Civita, dono da nojenta revista Veja, vejo que além dos urubus e vermes que hão de comer os restos do reacionário-chefe da imprensa brasileira, o corpo do velho direitista reacionário de quinta está cercado dos amigos tucanos do PSDB.
Isso deixa muito claro porque a revista Veja bate de manhã, de tarde e de noite no PT, adversário político dos tucanos.
Foi na revista que foram fabricados os maiores escândalos que atacavam o Partido dos Trabalhadores.
O Mensalão do PT foi uma cria do Roberto Civita, Carlinhos Cachoeira e o ex senador caçado Demóstenes Torres.
O Carlinhos Cachoeira pegou cadeia, mas foi beneficiado por um juiz do esquema tucano.
O senador Demóstenes Torres foi caçado e desmoralizado nacionalmente.
O Roberto Civita morre sem passar um dia sequer na cadeia por fabricar calunias contra adversários políticos e econômicos do tucanato paulista.
Na Inglaterra o Rupert Murduch, magnata da imprensa mundial, por muito menos que o Civita fez no Brasil, teve uma revista fechada e pode ser preso a qualquer momento.
No Brasil, o Civita é homenageado pelo Jornal Nacional como se fosse um herói da democracia.
Na morte a gente sabe quem são os sócios e cúmplices.

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