quinta-feira, 23 de junho de 2016

Narco apresentadores da politica da Barelândia

Como vírus eles se proliferam entranhando-se no poder através do legislativo, geralmente bancados por padrinhos políticos já encastelados nas tetas do dinheiro do povo e donos de empresas de comunicação compradas com dinheiro desviado do erário e muitas delas são concessões publicas. Estou falando dessa modalidade de assalto da coisa pública que aflige o Brasil, que começa como apresentador de televisão de programas de baixo nível, geralmente com cunho policialesco e assistencialista, depois se candidata a cargo público e toma de assalto o poder.
O problema é que além de aparecerem como gafanhotos, feito praga, eles se proliferam feito preás, criando tentáculos familiares dentro da orbita do legislativo. Se contar nos dedos, metade das cadeiras da câmara dos vereadores e da assembléia legislativa está na mão dessas trupes nefastas.
Em Manaus essa prática está tão enraizada que já tem netos na trilha dos avós, tornando-se, portanto, um rentável negócio de família aos moldes das máfias. Esses narco-apresentadores narcotizam a consciência política do cidadão, e o que assusta é que a justiça eleitoral sequer possui leis que permitam a sociedade defender-se dessa prática totalmente anti-democrática.
Em ano de eleição sempre aparece alguma novidade no ramo, uma cara nova, algum outro candidato para substituir os antigos, que vão para a esfera federal, migrando para esferas mais altas. É um negócio em escala industrial, tem refil, peça de reposição, estoque, almoxarifado e setor contabilidade, claro. É um projeto de governo com fins totalmente obtusos, para enriquecimento pessoal.
Haveria de se ter uma lei eleitoral que regulamentasse a participação de pessoas que usam espaços midiáticos profissionalmente com fins claramente eleitoreiros. Chega a ser desigual para os outros candidatos. Esse tipo de modalidade que sequer pode ser chamada de criminosa por ausência de legislação a respeito, faz campanha político-partidária o ano todo, travestido de opinião jornalística, atacando um candidato e elogiando outro, sistematicamente, assim drogando a opinião popular.
Talvez essa seja o pior tipo de droga, é pesada, e totalmente legal, já que não existe, aparentemente, uma lei que proteja a sociedade civil dessa narcotização.
É que a televisão me deixou burro, muito burro demais e eu ligo o rádio e blá blá blá, não dá pra controlar.

quinta-feira, 16 de abril de 2015

A terceirização da literatura anti Petralha

A literatura anti Petralha anda pagando o uísque e as “cabritas” de muito “jornalista” de pena de aluguel mais baratas que as putas do Rêmulo’s da gloriosa Barelândia.
É um negócio muito lucrativo em qualquer lugar do mundo fazer a vontade do chefe, de quem manda, de quem controla a produção, a grana e a outra ponta da coleira.
É assim no Brasil e é assim na China.
No Brasil, dá dinheiro e vantagens ser contra o partido que está no poder, em tese, porque o PT sempre vai ser um partido da classe trabalhadora, dos pobres, oprimidos e dos excluídos e portanto, inimigo da elite tupiniquim.
Essa elite controla a grande mídia e essa grande mídia paga a peso de ouro o uísque dos “jornalistas” e “colunistas” que adoram uísque e cabritas.
Alguns até acreditam e torcem que o PT esteja em estado terminal devido ao ataque desesperado que sofre da Rede Globo/PSDB e de um judiciário criminoso praticado no Brasil por juízes comprometidos como o Juiz Moro, que só processa e prende petista e livra a cara dos tucanos.
Hoje, ás 16h desta quinta-feira (16), a hashtag#ExplicaMoroPorqueSoPT estava no topo do Trend Topic deixando claro que a internet não deixa esse tipo de juiz corrupto prosperar sem troco.
Todas as penas de aluguel que vendem a sua consciência em troca de uísque e cabritas, embora alguns até prefiram cabritos, perderam a dignidade e qualquer resquício de credibilidade que possam ter como alguém que escreve e precisa da escrita para sobreviver.
Venderam muito barato sua profissão porque consciência, essa é defunta há anos. E para justificar seu estado terminal tem que se agarrar na crença que o PT é uma quadrilha de bandidos e quem paga seu uísque e suas cabritas é tudo santo.
E no meio disso tudo está o Coxinha, uma pobre alma burra que não alcança o telhado onde rola essa sujeirada toda.
E se acha!

terça-feira, 24 de março de 2015

A campanha contra as véias lésbicas

Detesto o que a Rede Globo faz com a política, a musica, o teatro e o cinema brasileiro. O monopólio cultural e político de um país do tamanho e da diversidade do Brasil, por uma só famiglia Marinho, transformou o país que criou a Bossa-Nova, país do Tom Jobim, ser entregue ao Lepo Lepo de todo ano graças a gravadora Som Livre da Rede Globo que acredita que povo que ouve Lepo Lepo é mais fácil de empurrar o Aécio.
Posso isso sou da turma do Chico Buarque.
Vi uma campanha contra a novela da Rede Globo chamada Babilônia e fiquei curioso. Tudo que for para destruir a Rede Globo me interessa.
A novela tem duas personagens que são assassinas, piranhas, golpistas e o escambau e a patuleia reacionária que adora linchamentos faz campanha contra duas senhoras adoráveis, meigas, amorosas, de classe, com elogiáveis valores morais, que são casadas há anos e principalmente, se amam.
Não se sabe se o preconceito é porque são lésbicas ou porque são véias lésbicas ou tudo junto.
Vi que essa campanha é puxada pela turma do Feliciano e do Malafaia, como sempre.
Pessoas que se dizem cristãs que devem ter esquecido o amor de Cristo em algum canto perdido das suas mentes doentias.
Sim, porque só uma mente doentia prefere fazer campanha contra pessoas que se amam tendo na mesma novela duas personagens que mais se parecem com o Capeta.
Acho que de tanto só falar em Capeta que esses evangélicos hipócritas dos caraleo se esqueceram de Deus.
Viraram devotos do Capeta.
Só pode!

terça-feira, 10 de março de 2015

Vai pra Cuba, Coxinha!

Esses pessoal que não aceita perder eleição deveria aprender a ser civilizado uma vez na vida.
Deveriam aprender a perder com a gloriosa e honrada torcida do Vasco que só se fode nessa porra, mas nem por isso fica tentando eliminar o Flamengo, o campeonato ou até o futebol a cada partida perdida.
Esse tipo de pensamento chulo de perdedor cafona é incentivado pela mídia que em pais cafona é controlada por duas ou três famiglias mafiosas que herdaram de generais torturadores das ditaduras recentes seus impérios midiáticos. É assim do México para baixo, até a pontinha da Patagônia.
Essa mídia forma um bando de classe media que vai pensando que nem rico e vai tomando ódio de trabalhador e se identificando com as elites e seus hábitos de ir para Nova York fazer compras e odeia ver o porteiro do prédio em que mora no mesmo avião indo para Nova York fazer compras também.
Esquece que até ontem era ela o porteiro do prédio.
Essas gente cafona quando perde a eleição porque votou no candidato cúmplice das famiglias mafiosas midiáticas, quer acabar com a democracia pedindo impeachment de uma presidente eleita pela classe trabalhadora do país, apesar da pressão das famiglias mafiosas midiáticas.
Esse lance de não respeitar a democracia e voto alheio é tipico de republica cucaracha bolivariana desses comunistas vermelhos tucanalhas que não sabem perder e ficam com saudade do Stalin.
Porque essa gente não se muda para Cuba?
Lá não tem voto.
Né não?

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

O recomeço do Terrorismo Midiático na Quarta de Cinzas

Durante o carnaval bem que a Rede Globo tentou colar nas reportagens que fez, algum sinal de hecatombe no qual o Brasil se encontra, de acordo com sua visão depois que perdeu as eleições para 53 milhões de brasileiros que ainda tem a porra do direito a voto.
De acordo com alguns dos seus colunistas, um bando de nordestinos ignorantes cabeças chatas dos infernos.
No carnaval, de norte a sul do Brasil, do Aiapoque ao Chui, passando pelas belas paisagens nordestinas, o que se viu foi o povo metendo o pé na jaca se divertindo no carnaval e gastando felicidade na sua festa mais popular.
Para um gringo que vem de fora e vê o que a grande imprensa diz e vai as ruas, vai achar que essa grande imprensa está falando de outro país.
E está.
A Rede Globo cria desgraça todo santo dia tentando transformar o Brasil no que ela deseja, um país ferrado que não dá certo por causa dos Malditos Petralhas e que só vai funcionar quando os maravilhosos doutores da elite paulistana tucana voltarem a por ordem nessa porra.
Vendo o índice da economia feito pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) um antro do neoliberalismos alinhado com a ideologia Rede Globo-PSDB, diga-se de passagem, em cinquenta anos de medição econômica realizada a cada janeiro, nunca o Brasil teve um salário minimo com um poder de compra tão alto e um índice de desemprego na taxa de 6,5%, taxa igual a do EUA e muito menor que a taxa da Espanha, França, Portugal e Inglaterra que estão acima dos dois dígitos. A da Espanha estava em 25%.
Portanto, o Brasil pobre coitado, da desgraça, da desonra, só existe nos jornalões da Rede Globo que reza que a gente se ferre para aprender a votar no candidato dela.
Chegou a Quarta de Cinzas tão esperada e o sangue vai correr solto pelas veias da televisão.
Pode reparar.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Quaresma e Carnaval, nada igual

Quem já passou por dezenas de carnaval começa a não ver diferença entre Carnaval e Quaresma.
Tem gente assim como eu que viveu como se a vida fosse um eterno Carnaval. Tinha até uma biba amiga minha que me chamava de Jet Carnaval (Abreviatura de Jorgete Carnaval), acho eu.
Ainda hoje, apesar de ranzinza e chato pacas, ainda passo parte da vida vendo a vida como um grande Carnaval desperdiçado. Não consigo deixar a minha Quaresma entrar e reinar plenamente.
Vivo fantasiado e fantasiando e esse é meu eterno Carnaval dentro da minha existência Quaresma.
Nada na vida é tão Carnaval e muito menos tão Quaresma assim.
Esse café com leite existencial, essa mornice toda, pode até parecer ganho, mas é só sequela do tempo.
Viver com intensidade fenomenal, exageradamente, apaixonadamente, beber no gargalo, fumar até a baga, chupar até o caroço, isso tudo ainda me parece a melhor forma de passar a vida.
E olha que eu já bati pesado nessa porra e já enterrei uns e outros.
Mas a Quaresma da minha vida chegou e somente por poucos dias da minha existência nem tão medíocre assim, ela vira Carnaval.
“A coisa mais moderna que existe nessa vida é envelhecer”, diz o poeta neoconcreto Arnaldo Antunes.
Seja feliz com o seu nariz.
Então é isso!

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Quando o Pau de Cana sai de Pau de Selfie

Raimundinho saiu afim de aprontar no carnaval. Ouviu falar de uma "Banda do Pau de Selfie" e como tinha comprando um, achou que seria legal ir se enxerir por lá.
Suspendeu seu remédio para pressão alta, tomou um Engov e se dirigiu ao Bar do Waldemar disposto a forrar o estômago e beber todas e mais umas dez.
Pediu um pacú assado e uma Brahma.
Depois duas, depois, três e assim foi.
Lá pelas tantas da tarde, já meio pau meio cacete, rumou para a tal de banda, armado do seu Pau de Selfie em uma mão e uma garrafa de run Montilla na outra.
Quem via a cena de fora tinha a convicção que aquilo ia dar merda.
Na chegada já foi encoxando e sendo encoxado pela multidão encachaçada.
Toda mulher que grudava nele, ele empinava o Pau de Selfie e mandava ver na fotinha com uma mão e com a outra atracava a polpa da bunda da bêbada desavisada.
Estava em uma alegria só, se achando.
E haja beber Montilla com Coca-Cola.
A última fotinha que ele lembra de ter tirado foi com uma gata alta de voz grossa.
Ele só lembra que quando foi pegar na polpa da bunda da gata com a mão boba, sentiu a cabeça de um croquete escondido por trás da calcinha.
Como no carnaval tudo é alegria, dá-lhe WathsApp.
Quando acordou no outro dia, estava fantasiado de ondekeutô, uma entidade xamanica que baixa em bebuns no carnaval.
Por não saber onde estava e nem como foi parar naquele quarto de motel barato, pensou em ligar para um amigo que o tirasse daquela situação bizarra, quando percebeu que estava sem celular, sem Pau de Selfie e sem carteira.
Desceu até a recepção do hotel e viu que estava na Joaquim Nabuco, no centro da Barelândia. Se dirigiu ao recepcionista e explicou a situação. Lavou uns 200 pratos e conseguiu uma grana para o busão.
A cada sacolejo da porra do ônibus velho nas ruas esburacadas era um “uuiii” que ele dava.
Ficou pensando que nada tinha saído como ele planejava e talvez fosse passar a Quaresma inteira sem poder sentar direito.
E as fotos no WathsApp?
Ainda tinha essa, parente!

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Raquete Assassina ultrapassa Pau de Selfie

Não adianta, pão de pobre e de barezinho sempre cai com a manteiga de boca na areia.
Pode reparar.
Mal começou o enxerimento de andar com Pau de Selfie para lá e para cá só para se apresentar, o barezinho já tem que gastar mais grana para poder se dar bem na foto.
Se o barezinho for para um xopis qualquer da cidade só com o Pau de Selfie, ele vai ter que usar só com uma mão, porque a outra tem que guardar para espancar carapanã fela da puta que todo ano vem com as chuvas pesadas do inverno amazônico.
Não tem bom, todo canto da cidade está lotado da porra do carapanã picando e enchendo o saco.
Enchendo o saco só não, enchendo a boca, os ouvidos, o nariz, os ovos e se vacilar entra pelo buraco que o candiru ama de paixão.
A invenção da Raquete Assassina ultrapassou o Pau de Selfie como a Oitava Maravilha da Humanidade.
Quer ver pergunta para um barezinho.

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

A felicidade de caminhar cantando ouvindo songs no headphone

A vantagem de perder o medo de parecer ridículo é que essa é a única forma de ser realmente feliz.
Não dar a mínima para o que pensam os outros é o que nos faz feliz.
Para quem já avançou no tempo e virou tiozinho depois de ter vivido a geração roqueinrol, ter virado os anos setenta e oitenta, ter amanhecido em todo pôr do sol, ter tomado todas em todas as esquinas, sobreviver à toda experiência química que certamente matariam um cavalo, posso dizer do alto da minha esplendorosa sobrevivência “Eu posso cantar um rock ou um samba bem alto como meu headphone caminhando ao sol da Barelândia”.
Eu já enterrei muito neguinho de overdose e portanto posso me dar ao luxo de falar sozinho e cantar bem alto, caminhar, ouvir música e ser feliz.
O problema de falar sozinho é quando alguém começa a responder as suas perguntas.
Ae fio, vá procurar um psiquiatra que a coisa está feia.
Né não?

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Pau de Selfie foi proibido na Boca do Lago do Arapapá

O afamado Pau de Selfie agora virou alvo da censura antiterrorismo que assola a humanidade humana.
O outrora pacato e inofensivo Pau de Selfie agora é visto como um arma mortal.
Está proibido a entrada de qualquer cidadão portando essa arma mortal na Arena da Amazônia.
Se no jogo de hoje pelo Campeonato de Lanternas da Boca do Lago do Arapapá, o glorioso Flamengo der uma outra tundra no lombo do glorioso Vasco e a torcida Urubu começar a chamar de freguês, a coisa vai feder. Veríamos vascaínos fregueses enfurecidos partindo para cima dos Urubus armados até os dentes com Pau de Selfie na mão babando de ódio.
Só acho o seguinte: Melhor o Pau de Selfie na mão do que a cadeira superfaturada da Arena da Amazônia.
Só acho!

Chuva é ar que dá para pegar

A chuva causa sensações diversas em quem ainda muda quando é lua cheia.
Quando a estação das chuvas invade a ainda selvagem Barelândia, chega junto com ela um torpor que aplaina a entrada da Leseira Baré no nosso intimo preguiçoso.
Essa Leseira Baré atrasa todos os compromissos de trabalho.
Basta uma chuva torrencial porrada amazônica cair para eu parar de trabalhar e ficar ouvindo os sons dela.
Tem barezinho besta que trocaria chuva por neve. Eu nunca vi neve, por isso não trocaria a bendita chuva por nada.
Ser ateu tem suas vantagens.
A gente pode acreditar em grandes pensadores que são como deuses vivos que nem no xintoísmo japonês e assim experimentar a sensação de crença no mistério e no invisível ou simplesmente olhar uma chuva torrencial na Barelândia e ver que chuva é somente ar que se pode pegar.
E se para um ateu tudo é sagrado, nada mais sagrado que a chuva que é ar que você pode pegar.
E se tudo é sagrado e portanto tudo é Deus, quando pego na chuva, pego em Deus.
Melhor eu voltar a trabalhar se não essa Leseira Baré me leva de volta para o SERASA.

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

O assassinato de São Sebastião, O Gato

São Sebastião era um soldado romano, um gatão sarado e fardado que hoje é representado em uma arvore todo espetado de flechas em uma pose meio que de ladinho com seu corpo escultural à mostra.
Por isso as bibas são tão devotas de São Sebastião e acompanham suas velhas tias a igreja sempre que podem. Só para suspirar por Sabazinho, O Gato.
Na história mitológica do santo, ele era um imigrante que chegou a Roma nas migrações vindas do Mar Mediterrâneo que se alistou no exército romano por volta de 283 D.C. Por seu porte atlético e dedicação, caiu nas graças do imperador Diocleciano que o pegou para sua guarda pessoal, a Guarda Pretoriana, e de noite servia também de peguete para os hábitos mais que avançados das bibas imperadoras romanas.
Por causa do seu tratamento gentil com os prisioneiros cristãos, o Diocleciano, Didi para os íntimos, ficou possuído de ciúmes e o condenou por traição a causa e ordenou sua execução sumária por flechadas e que seu corpo fosse atirado no rio. Ele foi atirado ainda vivo e foi encontrado e socorrido por uma tal de Irene que virou Santa Irene.
Sabazinho, depois de curado, atacado pela injustiça de Didi, foi até o palácio do imperador tomar satisfações, mas já tinha outro em seu lugar e Didi ordenou novamente sua execução, agora por porrada mesmo. Seu corpo foi jogado nos esgotos de Roma.
Seu corpo foi encontrado por uma tal de Luciana que o limpou e enterrou nas catacumbas cristãs. Luciana virou Santa Luciana.
O corpo de São Sebastião sempre foi alvo de desejo até hoje.
Se o barezinho for hoje no Bar do Armando ver a procissão no Largo São Sebastião, vai ver uma romaria de bibas com suas tias rezando alto em louvor ao santo.
Pode reparar!

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Je suis leso

A Leseira Baré pode parecer um estado de demência, mas definitivamente não é.
Quando a gente que é barezinho a dar com pau fica viajando na maionese, distraído e abstraído das coisas do mundo, na verdade estamos em um estado de suspensão mental difícil de atingir por culturas ocidentais acostumadas a pensar e logo existir e só existindo se pensar.
Para a nação barezinha, pensar cansa e é coisa de leso. A gente segue na intuição, no instinto animal que dá mais certo.
Pode reparar barezinho no transito.
Ele vai para lá e para cá atravessando as faixas de sinalização que nem canoa no banzeiro e o mais incrível é que acontece menos acidentes do que deveria acontecer. Vai ver porque todos também dirigem se encaixando na maresia da outra canoa. Se uma vem de quina para cá, a outra vai de banda para lá e vice-versa, e no fim acaba que dá certo.
Tem uns pessoal que fica falando não sei o que não sei o que lá que barezinho sofre de Leseira Baré, por pura inveja, como se Leseira Baré fosse doença mental.
Esse pessoal faz yoga a vida inteira pagando uma grana preta para atingir o estado de suspensão mental que a gente tem a toda hora porque a gente nasceu com isso.
Basta chover que a gente para tudo só para olhar a chuva distraído e sem pensar em nada como se mundo tivesse parado e nada mais importasse, a não ser chuva.
Viva a bendita Leseira Baré!

sábado, 10 de janeiro de 2015

Lumbersexual Baré também é gente

Moda pega que nem piolho em escola de criança, que nem chato em puteiro.
Todo dia tem uma nova onda que envolve os frequentadores de xopis e os torna parecidos com um bando de pinguins em cima de geleira na Antártida.
Pode reparar.
Quando a moda oncinha passar, a gente vai sentir um grande vazio no coração de tanto que estamos acostumados a ver da criancinha no carrinho de bebe a vovozinha da Taubaté, todas vestindo oncinha.
A meses atrás era a calça listada que fazia gorda parecer bem mais gorda.
Agora que até os pagodeiros e jogadores de futebol aderiram ao Metrossexual, vem uma biba não sei o que não sei o que lá e lança outra moda.
Espia.
Agora o chic é ser lumbersexual, disque.
Lumbersexual é igual a Metrossexual, só que o contrário: enquanto os “Metros” são super vaidosos e procuram uma imagem impecável, isenta de pelos, extremamente alinhada e simétrica, os “Lamber” são mais casuais, largados e naturais, adotando cabelos compridos e bagunçados, barbas por fazer e pelos - muitos pelos.
Apesar de parecer uma novidade, esta nova tendência de comportamento masculino, identificada pela mídia internacional, tem como inspiração a caricatura de uma profissão centenária: a dos lenhadores. Daí o nome, nascido de uma junção entre as palavras “lumberjack” (lenhador) e “sexual”.
São, portanto, além da barba – maior símbolo da trend - peças como camisas de flanela xadrez, gorro de malha, calça larga, botas e tatuagens que compõem o look Lumbersexual.
O problema é que na Barelândia quente e úmida para chuchu, o barezinho vai entender o Lumbersexual como lamber sexual ou o raio que os partam.
Da lambida para liberar o brioco é só uma cabecinha.
Vai ser que nem na década de 70 quando rolou pelas mídias que o Mick Jagger liberava o rabiocó e aqui na pacata e paradisíaca Barelândia, o roqueiro começou a esquentar o quibe alheio para se inserir. Depois que descobriu dez anos depois que era fofoca de revista lesa, a bagaça já estava tão folote que nem adiantava mais casar ter filhos e tentar levar uma vida hetera.
Lumbersexual na Barelândia vai virar outra coisa.
Quer ver espia só!

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Baranga é baranga

Estamos adentrando 2015 na Marquês de Sapucaí e a esculhambação continua deslavada.
Espia isso.
A Miriam Leitão, aquele oceano de belezura, chamou a Dilma de baranga deselegante por causa do modelito de cor nude usado na posse presidencial.
Eu sequer sabia que tinha essa cor.
Baitola arquiteto e arrumador de casa alheia vive mudando o nome das coisas e das cores e a gente que não dá o rabiocó que tem que se virar nos trinta para não falar merda em conversa de bar.
A formosa Miriam Leitão pela manhã no Mau Dia Brasil é a cara do programa. Toca terror no povo brasileiro dizendo que o Brasil dos Petralhas é o Haiti e que só vai melhorar quando os colegas dela do PSDB voltarem.
A peruca dela pela manhã é um colosso.
Que a Dilma é baranga isso está posto, apesar de ser uma senhora de 64 anos e não ter mais a obrigação de ser gata.
Já a Miriam Leitão é feia de nascença mesmo. Nunca deu um caldo.
O ano começando e a gente tendo que conviver com um comentário desses.
Ver a Rede Globo e seus colunistas e jornais defendendo os tucanos e guisando os Petralhas sendo uma empresa corrupta que sonega impostos, já faz parte do folclore da grande imprensa nojenta que temos, mas ver gente feia atacar a feiura alheia, é foda!
Assim não dá!

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

O Caso dos Seis Cornos

A Barelândia é uma ilha banhada de selva por todos os lados.
A Barelândia é um caso à parte da humanidade.
Aqui o povo ou ama ou odeia periquito.
Aqui periquito voa baixo.
Na Barelândia, como em todo lugar da modernidade da moda moderna, a vida gira em torno de shoppings e academias. Todo mundo se conhece desses lugares.
Até lombriga um pega do outro nesses lugares.
Bueno.
Em uma renomada academia do centro da cidade quatrocentona existe uma academia cafona chamada Cheik Club frequentada por pobres e por novas ricas e seus carros importados com seus cabelos de boneca loira e suas bolsas Louis Vitton. Uma suruba social que fede a anabolizante.
As novas ricas querem também ser novas loiras bombadas que nem as do Pânico na TV e tomam bombas e puxam ferro a dar com pau para ver crescer os glúteos, coxas e bíceps e engrossar a voz. Depois vão em um cirurgião plástico da esquina e metem cilicone onde der, porque só puxar ferro não adianta.
Isso tudo para garantir um casamento com um “empresário” novo rico e trouxa que banca o carro importado da loira bombada que vai todo santo dia para academia.
Só faz isso na vida.
Espia isso:
Duas loiras entediadas com sua vida de academia começaram a dar para um outro “empresário” que frequenta a mesma academia.
O “Pau-de-Ouro” estava passando o rôdo nas duas loiras bombadas.
Quando uma loira bombada soube que a outra estava pegando o seu amante, contratou três meliantes e mandou matar a amante do amante. Os meliantes contratados por uma pechincha de sete mil reais em que só foi pago três mil, atiraram na amante do amante, mas não mataram, e os meliantes foram filmados pela câmera de segurança da academia, identificados e presos com seu revolver de espoleta.
Os meliantes entregaram a loira bombada que fazia o marido de corno com o empresário Pau-de-Ouro. Ela se encontra refugiada em Miami, paraíso dos muambeiros novos ricos, fazendo compras, como se nada tivesse com o caso.
Parando para pensar nessa história, todo mundo é corno mas viviam muito bem na sua vida cotidiana e sem sentido.
Quem estragou toda a brincadeira foi a loira ciumenta que não sabe brincar e desceu pro play.
Fico pensando no que deve estar pensando o marido da loira ciumenta que banca a bagaça da vida dela.
Mandou matar por ciúme do amante.
Puta que pariu!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Pílula de Glitter combina com arvore de natal

A gente vai avançando no tempo pensando feito uma besta que já viu de tudo nessa vida louca meio que sem noção.
Mas não.
Espia isso.
Pesquisadores da ocupadíssima e mundialmente consagrada Universidade da Boca do Lago do Arapapá sem porra nenhuma mais para inventar ou fazer, desenvolveram a formula de um composto de farinha de bodó com jenipapo que tem a competência de dar brilho de purpurina e cor ao coco que sai do nosso tablet.
Bom.
Para alguma coisa deve servir tamanha força empreendedora e criatividade.
Tem gente que quando caga adora ficar admirando o charuto boiar nas águas turvas do vaso para sentir a competência da sua existência e da sua obra.
Uma biba distraída que não faz chuca na pressa do cotidiano, se pegar um bofe na noitada e passar cheque, pode passar sem medo. Com a Pílula de Glitter o cheque vai ser colorido e brilhoso.
Para as pessoas que gostam da soltar o rabiocó de vez em quando, ter purpurina colorida em volta deve dar um ar mais rococó no entorno do eixão.
Um grande uso para a Pílula de Glitter deve ser agora nas festas natalinas.
Dá para pôr montanhas e montanhas de resíduo brilhoso e colorido de Pílula de Glitter no entorno da arvore de natal.
Seria uma forma de evitar que criança danada feito ariranha neurótica fique destruindo a arvore a toda hora.
Se o caro navegante estiver sem criatividade para presente natalinos, está ai uma boa ideia.
Pílulas de Glitter.

terça-feira, 16 de dezembro de 2014

Pílula de Glitter melhora a sofrência

Sofrência é uma coisa que nasce com a pessoa.
Que nem doença genética, a gente pega já no buxo.
A criatura que nasce com Sofrência já nasce com instinto de corno.
Já nasce com dor de cotovelo, já nasce achando tudo chato, já nasce com cara de abortada e tem a alma bem pequena porque vive remoendo pequenos problemas, querendo sempre aquilo que não tem.
Todo corno sofre de Sofrência.
Não existe cura para Sofrência, mas cientistas da afamada Universidade da Boca do Lago do Arapapá no glorioso estado do Amazonas, descobriram a formula de uma pílula que ajudará bastante no sofrimento existencial da criatura que sofre do mal da Sofrência.
A Pílula de Glitter promete fazer o coco da pessoa sair da boca do emboca todo brilhoso.
Disponível nas cores dourado, prata, rosa e azul, além de outras 26 cores, as pílulas não são tóxicas, segundo o fabricante.
Ao menos isso de bom na vida do coitado.
Né não?

sexta-feira, 12 de dezembro de 2014

Rede Globo lidera a temporada do cinismo deslavado

Impressionante ver a Rede Globo em seus jornalões ideológicos falando em corrupção e ditadura com a cara mais deslavada do mundo.
Quem estudou um pouco mais que a média a história recente brasileira sabe que o golpe militar de 1964 foi planejado pela CIA, o serviço de inteligência do EUA em uma operação de nome Condor, que em nome da Guerra Fria optou por acabar com as democracias latino americanas implantando ditaduras sangrentas.
A Rede Globo, a Folha, o Estadão aderiram ao plano e para isso receberam grandes fortunas.
Carlos Lacerda, a famiglia Marinho, Frias e Mesquitas, todos ajudaram a golpear a democracia brasileira atacando o governo João Goulart chamando de corrupto, esquerdista, comunista e o escambau.
A diferença de ontem para hoje é que ontem era o Carlos Lacerda nas ruas, hoje é o idiota do Lobão e Aécio, e os inimigos são "Bolivarianos", não mais "Comunistas".
Hoje essas famílias controlam a mídia nacional e ficaram bilionárias com esse monopólio.
A Rede Globo sonegou 740 milhões do povo brasileiro em paraísos fiscais durante a transmissão da Copa do Mundo de 2002 e tenta negociar essa conta com o governo federal.
Um relatório comprova que a emissora da família Marinho montou um esquema internacional envolvendo diversas empresas para mascarar a compra dos direitos da Copa do Mundo de 2002. O objetivo principal seria burlar o pagamento de impostos que deveriam ser recolhidos à União pela compra dos direitos.
O auditor fiscal Alberto José Zile, que assina a ação fiscal, fala em “uma intricada engenharia desenvolvida pelas empresas do sistema Globo” para simplesmente burlar a operação financeira junto à FIFA. Para escapar da tributação do imposto de renda na fonte, a Globo adquiriu os direitos de transmissão da Copa sob a forma de investimentos em participação societária no exterior. Empresas criadas em paraísos fiscais, como as Antilhas Holandesas, Ilhas Cayman e Ilhas Virgens Britânicas, adquiriram os direitos de transmissão da Copa e, depois, essas mesmas empresas foram vendidas para a Globo. Uma simulação, segundo a auditoria.
Quem sabe das coisas percebe que a Rede Globo e o PSDB são sócios em um projeto de governo neoliberal que pensa o Brasil dependente do mercado e do grande capital internacional concentrado no EUA e Europa e que o trabalhismo do PT atrapalha os planos deles.
Ver o Jornal Nacional e outros falar em corrupção alheia e ditadura militar, como se nada tivessem com isso é de embrulhar o estomago de quem tem leitura histórica.
O Coxinha de telhado baixo que não estudou o suficiente para formar juízo de valores, embarca na onda “indignada” da mídia brasileira, e se acha!
E a gente tem que aturar essa criatura “indignada” nas redes sociais.
Não sei o que é pior!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

O vendedor de galinha cafetão

Morar na Barelândia chuvosa, quente e úmida tem seu charme provinciano e barroco nas suas manhãs languidas cheias de carros buzinando nas ruas sem noção.
Morar no Parque 10, um bairro que há cinquenta anos era uma selva, e que hoje virou passagem para outros bairros, é como morar em uma ponte onde a gente como a gente, provinciano para chuchu, só fica espiando as presepadas, que nem cachorro na popa da canoa, só de orelha em pé. Nem peidar, peida.
Toda manhã há mais ou menos uns trinta anos, passa pela rua um carro de som de um vendedor de galinha caipira. Toda manhã eu ouço o mesmo anuncio que não mudou uma virgula durante três décadas.
E olha que nesse intervalo eu já morei em tanta casa e em tanta cidade que nem me lembro mais.
Hoje de manhã embaixo de uma chuva torrencial nesses dezembros barés, me passa novamente o carro do vendedor de galinha caipira. Só em ouvir o som eu volto no tempo, nos idos dos anos 80.
O carro de som do vendedor de galinha caipira está virando uma memória atávica, isso quer dizer que funciona a porra do comercial dele.
“Galinha bem tratada, galinha gostosa, galinha apertadinha, galinha cheirosa, galinha baratinha, leve a sua agora, freguês!”
Pô, se eu fosse um cafetão de beira de calçada iria usar esse mesmo jingle.
Né não?

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

A elegância discreta da barezinha model

Acordei de uma noite feliz em que tomei todas as brejas com meu amorzinho e uma amiga na tranquilidade do lar ouvindo as canções que curto sem ser importunado por bêbados felizes.
Bêbado feliz só eu nessa porra.
Sai para ir no mercadinho do Japonês ladrão comprar umas coisinhas aproveitando a manhã azul da Barelândia que as vezes é blues.
Pus meu óculos escuro “Tou nem ai” e meu headphone JBL de altíssima qualidade sonora e rodei no celular Fox Lady do Jimi Hendrix gravado ao vivo no estúdio da BBC de Londres nos idos de 1969. Eu tinha 8 anos à época, mas hoje entendo tudinho.
Pelas ruas os carros passavam por mim reluzentes com seus vidros fechados e escuros e seu ar-condicionado ligado, e eu cantando Fox Lady aos berros enquanto caminhava pelas calçadas esburacadas dessa Barelândia sem calçadas.
Com esse espirito meio que roqueinrol comecei a catar nas prateleiras do Japonês ladrão as mercadorias do cotidiano. Quando estava me dirigindo ao caixa senti uma fisgada no pé da barriga sinalizando que tinha charuto pendurado na beira do beiço. Lembrei que na pressa feliz tomei uma xícara de café com leite e esqueci de arriar o barro. Toda vez que bebo leite tenho que estar a dois metros de algum vaso sanitário.
Entrei na fila do caixa com esse espirito de porco querendo desovar.
Fiquei pensando amenidades tipo olhando para o céu azul e perguntando “Será que vai chover?” na inútil tentativa de enganar minhas tripas.
A fila andou e cheguei ao caixa e nessa hora, sem aviso algum e sem controle, soltei um peido sem querer. Daqueles melados carregados de dióxido de cachaça misturada com tira-gostos deliciosos das noites cheias de brejas.
O óculos escuro ajuda a segurar a cara dura e assim o fiz. Mantive a fleuma, a elegância, a fineza, a delicadeza e agradeci a moça do caixa. Ela retribuiu com um sorriso amarelo no rosto meio envergonhado sem saber de onde vinha aquele cheiro fétido.
Olhei para a pessoa que estava atrás de mim na fila com uma certa piedade no coração, mas com cara de "Foi você?".
Não podia dar bandeira. Jamais!
Uma moça também de óculos escuro, elegante, fina, delicada, com cara de moradora dos condomínios caros do entorno do mercadinho do Japonês ladrão.
Não notei no rosto dela qualquer sintoma de ter cheirado um peido horroroso de pudim de cachaça.
Quanta elegância, meu deusio!

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Ninguém chora pela Vaca Derramada

Todo mundo chora pelo leite derramado, mas não tem um filha da puta que chore por uma Vaca Derramada.
A Vaca Derramada é aquela vaca desconsolada que chora por rôla como quem passasse a vida passando fome.
A famosa roleira.
De acordo com a minha amiguinha Apertadinha do Facebook, tem mulher que dá o cu três vezes e já pensa que é fresco.
Pode reparar.
A Vaca Derramada se apaixona logo que passa a cabecinha e acha que essa paixão vai ser a última e a maior de todas.
A Vaca Derramada é uma romântica próxima a trouxa, mas que também tem uma alma de “lavou tá novo” dentro dela.
A Vaca Derramada posta selfie no Facebook logo que pega um trouxa e mostra para as amigas se achando.
Quando o cara come e sai à francesa de manhã e ainda por cima escreve no espelho com batom “Tchau, trouxa, foi bom!”, a Vaca Derramada entra em depressão.
Ninguém chora pela Vaca Derramada, mas todo mundo chora pelo leite derramado.
Pode reparar!

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Novembro de pobre é marromeno azul

Exame de próstata ainda é um tabu entre o rego dos espadas para chuchu.
O cara pode até bancar o moderninho e dizer piadas na roda de cachaça que a proctologista dele se chama Felicidade e coisa e tals, mas, sem sacanagem, em proctologista só vai rindo quem senta em quibe gargalhando.
Não tem bom.
Novembro Azul está para o toba dos machos assim como o Outubro Rosa está para os peitos das fêmeas.
Todo homem que prefere o incomodo de uma dedada na tablet à dor de um câncer, faz exame de próstata antes dos cinquenta para ver como se encontra a perseguida.
Meu amorzinho viu na televisão que o governo estava em campanha e pôs laboratórios clínicos em carretas e carretas no centro antigo para atender os pobres de graça.
De graça até injeção na próstata, diz o caboco.
Me taquei para o centro sem tomar café da manhã porque o exame assim pede.
Chegando lá tinha uma enorme fila de machos de meia idade para cima e todos com cara de suspeitos, uns olhando para o outros desconfiados.
Claro que no meio tinha os animadões dando conselhos dizendo que é uma delícia e coisa e tals.
Reparei também que o único que tinha ido com a patroa era eu.
Fui me esgueirando no meio da multidão até chegar a moça que atende a bagaça e perguntei como era o lance. Fui informado que precisa ter encaminhamento ou pedido de exame dado por algum médico do SUS.
Eu não tinha.
Peguei a mão do meu amorzinho e sai todo contente abanando o rabo pelas ruas do centro antigo da Barelândia em um belo dia de sol.
Fui até a zona de lojas de instrumentos musicais perto do Garajão consertar um headphone JBL que adoro e notei que ali bem que poderia ser a nossa Theodoro Sampaio, rua de Sampa que abriga lojas de instrumentos e por isso tem bares, restaurantes e feiras todas cheias de músicos tocando e alegrando a cidade.
O centro antigo da Barelândia tem jeito, bastaria ter um Caldeira na região das lojas de instrumentos.
Né não?

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

O garanhão da drogaria

Comprar preservativo em farmácias e drogarias já deveria ter sido inserido no cotidiano do mundo atual e não deveria mais causar estranheza, espanto ou muito menos constrangimento a ninguém.
Nem para homens nem para mulheres.
Mas não é que acontece no dia a dia de algumas balconistas de drogaria.
Sempre chega um cabra metido a macho e garanhão de drogaria tirando onda com a balconista.
Pode reparar.
Outro dia uma amiga disse que flagrou um cara em uma drogaria constrangendo a balconista pedindo preservativo que atendesse a demanda do tamanho do bingulim dele.
Disse que o dele era porrudo e que não era qualquer saquinho de dindin que aguentava a pemba sem tirar de dentro não sei o que não sei o que lá.
A balconista criada na Boca do Lago do Arapapá que já está mais do que acostumado com caboco pavulo e enxerido, disse calmante para o pomba de aço:
“Senhor, o tamanho do preservativo está escrito na embalagem, se o senhor souber ler, leia o senhor mesmo. Só tem o seguinte, amanhã é bom o senhor levar um pouco dessa cola genital aqui porque pelo barulho que o senhor está fazendo dessa porruda, amanhã o senhor não vai poder nem sentar”.
Quem fala o que quer ouve o que não quer.
Né não?

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

A Facção Marginal

Mais poderoso que o PCC, o Comando Vermelho e os Amigos dos Amigos, todos juntos, o grupo criminoso Facção Marginal que atua na “legalidade” é o maior inimigo do povo brasileiro.
Nessa eleição ficou muito mais claro o estrago que essa facção criminosa pode fazer contra o país. O Brasil foi dividido por eles entre quem vota sob a sua influência e quem não se submete a sua vontade.
Na Marginal Pinheiros, em São Paulo capital, estão concentradas as empresas de comunicação pertencentes as quatro famiglias que herdaram os seus impérios midiáticos da ditadura militar sangrenta e cruel instalada no Brasil em 1964. Essas quatro famiglias ajudaram a dar o golpe na democracia e apoiaram até o amargo fim os torturadores impunes e ficaram bilionárias.
Hoje os Marinhos, Frias, Civitas e Mesquitas detém o monopólio da comunicação no Brasil de dentro de suas empresas fundeadas convenientemente na Marginal Pinheiros em São Paulo, centro financeiro e financista do Brasil, de onde propagam sua ideologia, suas chantagens midiáticas e mantem corações e mentes dos brasileiros acorrentadas as suas convicções e desejos.
A cada eleição, essas quatro famiglias tentam impor ao eleitor brasileiro a sua vontade, a sua ideologia e seus interesses e para isso usam de golpes midiáticos baseados em calunia, difamação e boataria as vésperas das eleições para tentar influenciar o eleitor a votar de acordo com seus planos maquiavélicos.
Essa gang que pode ser chamada de Facção Marginal age para defender os interesses da elite financeira paulista e o grande capital internacional que há séculos explora os trabalhadores do mundo todo.
Isso nem sequer é crime eleitoral, é crime de lesa-pátria.
Em toda democracia moderna a imprensa tem regulação para impedir monopólios midiáticos, menos no Brasil. Essa regulação melhoraria qualidade do debate de ideias e daria as várias versões dos fatos. No EUA a Fox é declaradamente Republicana enquanto o New York Times se declara Democrata, dando ao eleitor a possibilidade de saber que se abrir a Fox só vai ouvir maldades sobre o Obama, por exemplo, e lá o crime de calunia e difamação é punido severamente.
No Brasil virou um grande negócio caluniar e chantagear pela imprensa.
A Veja dos Civita faz uma manchete caluniosa contra seu adversário político baseado em fatos ou não, em calunias ou não, tanto faz. Durante o dia a Folha de São Paulo dá uma manchete garrafal ao assunto, e a noite o Jornal Nacional já trata como fato consumado e verdade absoluta a matéria caluniosa da Veja.
Eles fazem como as facções criminosas fazem no mundo todo.
Criam verdadeiros tribunais de ruas para prender, julgar, condenar e executar seus adversários sem chance para defesa. Fazem um verdadeiro linchamento midiático contra quem atrapalhar seus planos de dominação das riquezas nacionais.
O crime midiático compensa e essas famiglias atuam como facção criminosa, a Facção Marginal, muito pior que o PCC e Comando Vermelho juntos.
Essa Facção Marginal é quem está dividindo o Brasil em dois.
O Brasil da versão dos criminosos e os que não rezam na sua cartilha.