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Empregada Doméstica e Colunista Social tem quem pode, quem não pode...

Em países desenvolvidos só tem empregada doméstica quem pode arcar com o custo do serviço.
Geralmente falam varias línguas e tem alguma formação.
Nos EUA e Europa geralmente quem entra de empregada na parada com baixos salários para o padrão local são os “cucarachos” e africanos, degredados de seus países pela miséria social.
No Brasil de hoje onde o avanço da oportunidade de emprego e renda está se ampliando a cada dia está tirando as empregadas domésticas da semi-escravidão em que vivem.
Com o advento do ENEM que permite a pobre ingressar nas universidades em condições iguais, Bolsa Família e outros benefícios para a classe baixa, a chamada classe D está ascendendo rapidamente para a Classe C criando um vazio nessa mão de obra doméstica.
Existe um lado cultural oriundo da época da escravidão nessa cultura da “empregada”.
Até pouco tempo atrás os projetos arquitetônicos das casas e apartamentos eram pensados com o velho e minusculo quarto da empregada.
Aos poucos essa cultura está acabando e as famílias modernas se adaptando aos novos tempos.
Acabou aquela do filho do patrão ser iniciado sexualmente pela empregada doméstica gostosa.
Quem pode ter empregada que pague pelo serviço, quem quiser iniciar filho sexualmente que pague prostituta.
Com o progresso brasileiro, a ordem vai se inverter e em breve vamos ter empregadas domésticas espanholas, americanas, francesas...
Quer ver espia só!
Outra profissão que há muito foi extinta dos países desenvolvidos é a figura do “Colunista Social”.
Geralmente um rufião festeiro que vive dos comensais do novo rico para evidencia-lo como um “Vip” nos jornalões conservadores.
Como o Brasil ainda tem seus anacronismos, essa profissão ainda resiste ao tempo.
Ela vai acabar junto com os jornalões conservadores que alimentam essa sociedade com hábitos escravagista.
Empregada doméstica vai ser substituídas pelo fast food e pelos eletrodomésticos.
Já o “Colunista Social”, enquanto tiver biba para fazer e novo rico para pagar, essa profissão vai longe.

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