Pular para o conteúdo principal

Quando a conchinha pira

O melhor do amor é a conchinha.
Aquele momento depois de acordar ao lado da pessoa amada quando você vira e forma uma conchinha toda encaixada meio que dormindo ainda, sentindo o cheiro dormido tão estranhamente familiar.
São somente uns 15 minutos onde o mundo poderia acabar que estaria tudo certo.
A não ser quando a conchinha começa a virar motor de popa, roncando no pé do ouvido.
Dizem que o amor é cego, mas é conversa fiada porque o bom do amor é você olhar bem de frente a pessoa amada e ama-la inclusive e principalmente pelos seus defeitos e não pelo trivial.
O amor também duvido que seja surdo e mudo.
Como poderíamos ouvir aquela canção romântica que nos remete ao cheiro da pobre alma vitima do nosso amor logo no primeiro acorde?
Portanto o amor não é cego, nem surdo e nem mudo.
E quando ele vira motor de popa no momento da conchinha acaba o encanto da conchinha.
Quando sou eu que viro motor de popa levo logo uma cotovelada.
Portanto é melhor levantar e correr atras do prejuízo porque as contas estão descendo a rua com a porra do carteiro que faz anos que não traz uma carta de amor.
Só conta.
Carteiro fela da puta!

Comentários

Anônimo disse…
Genial!

Postagens mais visitadas deste blog

Pompoarismo não é bezerro

O pompoarismo é uma antiga técnica oriental, derivada do tantra, que consiste na contração e relaxamento dos músculos circunvaginais, buscando como resultado o prazer sexual. Para o domínio da técnica são realizados com o auxílio dos ben-wa, que consistem em pequenas bolas ligadas através de um cordão de nylon, conhecidas também como bolinhas tailandesas (no caso das mulheres), e na contração na musculatura no esfíncter e dos músculos do períneo (no caso dos homens). Afirma-se ainda que o pompoarismo pode ser benéfico contra incontinência urinária e na preparação do canal para partos mais fáceis.
Já o bezerro não é técnica nem filosofia. O bezerro que nós conhecemos bem, aqui no Amazonas, é algo espontâneo, natural, a caboca amazonense já nasce com ele. Vem de berço. Faz parte da tradição e do orgulho baré a mulher ter bezerro. Tanto que desde cedo tem disputa pra quem tem bezerro melhor, mais forte. Não é pra qualquer uma sugar, apertar, moer, triturar, prender e cuspir a hora que bem…

Deputada Mirian Rios quer proibir o sexo anal... dos outros.

Esse Roberto Carlos é muito fraquinho.
Ele foi casado com a ex atriz Miriam Rios durante anos, depois que se separaram ela virou evangélica, depois virou católica da igreja carismática e toda cheia de valores morais e éticos que todos sabem que atores da Rede Globo depois do teste do sofá não podem ter.
Fora isso ela foi ex esposa de um cirurgião plástico famoso e mãe de um filho do ator Andre Goncalves.
Isso só os conhecidos.
Ela passeou bastante por pau de homem famoso.
Da noite para o dia a mulher virou deputada pelo Rio de Janeiro contando com os votos desse povo devoto.
Espia isso.
Por falta do que fazer para agradar seus eleitores inventou um projeto que proíbe o sexo anal.
Inventou o Dia Mundial Contra o Sexo Anal.
Oia.
Anal dos outros, acho.
Esses caras da listinha ai de cima não estão com nada.
Ou podem ter afolotado a pobre.
Para ela ter esse horror todo ao sexo anal, capaz de ser trauma mesmo.
Ou foi muito ruim ou foi muito dolorido.
Mas essa louca não pode legislar sobre…

Manaus está na época da tanajura

A tanajura é uma formiga alada, do sexo feminino, da família das saúvas.
É uma fêmea virgem que após acasalar, funda um novo formigueiro.
Em tempos mais quentes, quando está preste a chover, sai de suas tocas para pegar uma brisa em árvores, já que, nessa época, o estresse e o calor aumentam, provocados por aquele entra-e-sai sem fim, um caos.
Nada a ver com TPM e nem com sexo.
Em Manaus a época de tanajuras é aguardada junto com o dia de finados.
Esse ano chegou atrasado.
Minha casa está cheia de tanajuras.
A bunda da tanajura é cheia de gordura, pegava um monte delas e assava em frigideira.
Uma delicia.
Comia bunda literalmente.
Agora não.
As coisas mudaram.
Ando meio saudosista.
Tanajuras espalhadas pelo pátio da minha casa me enchem de lembranças da infância.
Ainda bem que eu tive.
E acho que parei nela.
Felizmente!