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O Arnaldo Jabor não anda de Metrô

A indignação seletiva do Arnaldo Jabor já virou um quadro de comédia na grande mídia nativa.
Qualquer pessoa com um pingo de conhecimento histórico recente sabe da ligação dele com o PSDB e principalmente com o José Serra. Até casar com a secretária do “omi” ele casou. O Arnaldo Jabor é casado com a Suzana Villas Boas, jornalista e secretaria do Serra e produtora do programa Saia Justa da tucanérrima Rede Globo.
Bastaria esse esclarecimento para o incauto ouvinte e leitor do Jabor para explicar porque o silencio dele sobre a roubalheira tucana de décadas no Metrô paulista.
Ele também não deve andar de Metrô. Pode ser isso.
Hoje a sua crônica sempre carregada de indignação voltada contra adversários do PSDB tratou de um assassinato em serie cometido por um adolescente pirado. Sempre culpando a sociedade cucaracha brasileira por isso, claro.
Afinal, todo jegue tupiniquim servil a teoria neoliberal tucana paulista acredita que São Paulo não é Brasil e o que é Brasil além de São Paulo não vale nada.
O desprezo que o Jabor tem do Brasil do PT do Lula/Dilma só é superado pelo silencio que ele faz dos escândalos e falcatruas dos seus patrões do PSDB paulista.
"O Brasil bom é o Brasil tucano", pensa ele.
Por essa e por outras que a grande mídia nativa jegue e colonial vai caminhando para o trágico fim que esse tipo de jornalismo está chegando graças ao advento da internet que fura o bloqueio das mentiras e da ideologia dessa gente.
O Arnaldo Jabor cada vez mais se torna o símbolo trágico cômico dessa geração que morreu e esqueceu de deitar.
Os tempos são outros e eles não viram o tempo passar.
Não existe lealdade em ficar, mesmo vendo o barco afundando. O que existe é o tamanho do queijo que o rato ganha para não abandonar o navio.
Papagaio que acompanha João de Barro se atrapalha e vira ajudante de pedreiro.
Acho que só as madames do Morumbi anti-petistas acreditam nas bobagens do Jabor.
E olhe lá!

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