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Meninos não choram

Cada um inventa a lenda que mais lhe agrada para viver esses dias de massificação pós-facebookiana onde manifestação é incentivada e banalizada pela imprensa da direita tupiniquim.
Enquanto o cotidiano é invadido por um turbilhão de informações manipuladas pelos mesmos puxadores de cordão de sempre, os marionetes acreditam que tem “opinião pública” quando na verdade consomem e vomitam tão somente a opinião publicada.
E se acham!
No Rio o Black Bloc sem noção versão tupiniquim é de direita e está de caso com a Rede Globo com o apoio dos tiozinhos esquerdóides desesperados do PSOL, loucos por um lugar ao sol, mesmo que para isso se unam a direita reacionária.
Em São Paulo que até ontem adorava protestos hoje faz o maior silencio ao som ensurdecedor do Trensalão do Metrô paulista.
Para quem sofre de paixão e fúria e muda quando é lua cheia, esses tempos bicudos de marionetes facebookianas e merda é a mesma coisa.
Depois de ter perdido essa semana o meu amado irmão Zé Eduardo para o desleixo da pratica da medicina atual, para o descaso e a negociata com que a medicina é praticada nos dias de hoje e ainda ver nos jornalões médicos playboys protestando contra o Mais Médicos, a minha dor dá um sossego e volta a minha velha e boa paixão e fúria.
Médicos são humanos como todos os homens e é uma profissão como outra qualquer.
Em algumas províncias do mundo, médicos e advogados são chamados de “doutores” mesmo sem ser.
É um hábito de povo colonizado e esses merdas de profissionais dessas áreas adoram tratar com povo colonizado.
Médicos que extorquem famílias de pacientes graves se aproveitando do desespero delas e advogados de traficantes que destroem essas famílias são da mesma marca de filhas da puta.
São feitos do mesmo barro de quinta categoria.
Diz uma lenda que meninos não choram.
No enterro do meu querido e amado irmão Zé Perequeté eu vi muitos homens chorando.
Homens de verdade choram.
Médicos assassinos não são sequer homens.
E viva o Mais Médicos!

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