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O Neo Colonialismo Ambiental planeja guerra civil para o Brasil

A América Latina sempre foi sugada pelas potencias mundiais, assim como fizeram e fazem com a pobre África.
A hegemonia financeira e militar dos EUA e da Europa transformou o mundo em duas classes.
Os fornecedores e os comedores.
Os fornecedores entram com o toba e os comedores com a pimba.
Como as guerras custam caro e não dá para fazer guerra no Iraque, Irã, Afeganistão, no Paquistão, no Curdistão, no Olhajáentão, as potencias inventaram uma forma moderna de dominação.
Inventaram a globalização associada ao neoliberalismo que abre as fronteiras dos países para o grande capital, que claro, está na mão do dono da pimba há séculos e séculos.
Para continuar mantendo o status de dono da pimba, o fornecedor não pode se levantar, tem que ficar de quatro com o toba virado em direção ao sol escaldante dos trópicos arrombados.
Para isso, eles inventaram o Neo Colonialismos Ambiental, para paralisar qualquer tentativa de “progresso” dos fornecedores através de leis ambientais completamente inviáveis, que são aplicadas somente nos fornecedores, não na terra do dono da pimba.
Na terra dos fornecedores ainda tem áreas imensas a serem exploradas, apesar do dono da pimba já ter tirado muito ouro, muita prata, muito sangue dos nativos fornecedores durante mais de 500 anos de colonização europeia na América Latina, berço maior dos fornecedores.
Esse tal de neoliberalismo inventado pelo dono da pimba concentrou o dinheiro do mundo na mão dos donos das fabricas de canhão, dos banqueiros especuladores e de mais meia dúzia de afortunados que sugaram o mundo todo.
O mundo dos donos da pimba está falindo por achar que os fornecedores iam ficar eternamente com o toba para cima ao sol dos trópicos varonis.
O plano deu errado quando o Brasil elege um governo trabalhista de esquerda que começa a fazer politicas incipientes de divisão de riquezas, mesmo que seja através do Bolsa Família, Bolsa Doutor, Bolsa Índio e Bolsa Luis Vitoun.
Também começou a emprestar para os pobres através dos bancos estatais (BB e Caixa) dinheiro para esses pobres comprar casa, geladeira, televisão, carro e até viajar para ver seus parentes pedreiros trabalhando em São Paulo.
Isso irritou muita gente da elite da terra dos fornecedores e principalmente da terra dos donos da pimba.
O plano deles é parar o progresso dos fornecedores usando as regras inventadas por eles, chamado de Neo Colonialismo Ambiental.
Fornecedor não pode ter matriz energética própria, estradas, rodovias, hidrelétricas, portos, usina nuclear, nada que possa dar condições desses fornecedores tentarem sair da posição de quatro que é a melhor posição para quem fornece.
Então vamos paralisar a construção de rodovias, ferrovias, portos e hidrelétricas principalmente, pois assim os fornecedores continuam na condição de indígenas fornecedores com o toba eternamente virado pra cima sem energia elétrica.
Estão usando até discurso indígena para semear guerra entre brasileiros.
A reserva indígena mais próxima que nem vai ser afetada pela construção de Belo Monte fica a mais de 1000 kms de distancia rio Xingu acima de onde vai ser construída a barragem.
Nas redes sociais está rolando um incentivo para o confronto armado entre brasileiros por causa de Belo Monte.
De um lado os donos da pimba bancando o Neo Colonialismo Ambiental com o toba alheio, dando muita grana para ONGs internacionais fazerem pressão contra o progresso do fornecedor, ajudada por brasileiros ambientalistas criados em cativeiro traíras que sonham estudar e trabalhar para o dono da pimba.
O Brasil caminha para um guerra civil, há muito sonhada pelo dono da pimba, com a ajuda prestimosa dos traíras ambientalistas criados em cativeiro.
Os Neo Macunaimas.

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