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Nas cheias do Amazonas, evangélicos e ambientalistas reinventam o “mito do fim do mundo”

A razão de existir da crença evangélica é morrer e ir para um céu que eles juram possuir um terreno comprado das mãos do pastor.
Dependendo do dizimo o terreno pode ser na orla ou no subúrbio.
Não importa.
O céu é o limite.
Os ambientalistas criados em cativeiro também invocam o mito do fim do mundo para justificar sua falta do que dizer para justificar suas crendices.
Vão desde o aquecimento global, a maior balela da humanidade desmascarada por todos os climatologistas de plantão, até o mito do spray devorador de camada de ozônio.
Tudo invenção do mercado que adora apavorar os aborígenes das colônias para continuar eternamente dando um craw em nós.
Com a ajuda prestimosa dos crentes ignorantes atrás de paraísos hipotéticos.
Os rios da Amazônia sobem e descem todo ano há mais d e 11,8 milhões anos, desde o período chamado pelos geólogos de Mioceno Médio (Na África, nessa época, o gênero humano nem existia).
Desde que os ancestrais dos barezinhos chegaram aqui saindo da Ásia pelas Ilhas Aleutas descendo pelo Alasca até chegar ao Encontro das Águas, que o Rio Amazonas assim como o Rio Negro e todos os rios da Amazônia sobem e descem.
Um ano mais, outro ano menos.
Nada que vá causar o fim do mundo.
O máximo que vai causar é o enriquecimento ilícito dos governadores e prefeitos das cidades alagadas por conta do tal Estado de Calamidade Publica.
Isso sim é um diluvio de roubalheira do fim do mundo.
Quanto a nós barezinhos é só ficar na janela vendo essa procissão de maluco passando.
Só espiando.

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