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As mil e uma onda do relacionamento "fala sério" facebookiano

Levar a vida facebookiana a sério demais pira o cabeção do cabeçudo.
Esse esquema “Second Life” pode ser até um tremendo de um calmante para os instintos belicosos da nossa natureza animal e selvagem.
Pode ser uma droga sem grandes sequelas, como também pode ser uma porta para a libertação total da nossa santa esquizofrenia.
Mas ai tem que ter lastro no bagulho senão dança toda a sanidade conseguida as duras penas depois de longos anos cortejando a insanidade.
Os relacionamentos que migram da “realidade” dura, aquela da conta do telefone e da energia elétrica todo mês, ou que se assumem nessa esfera Y do ser, podem também junto, carregar as neuroses de toda relação humana.
A diferença tênue entre o que é virtual e o que é real é que ela não existe.
Portanto se é preciso ser ridículo para poder montar nessa besta quadrada chamada felicidade, que seja.
Casei com meu amorzinho Rosa em pleno Facebook.
E tinha que ser em um domingo.
Oh dia!
E olhem que isso é sério porque nenhuma igreja mereceu essa honra.
Só que quando se casa no Facebook, salvo engano, isso tem valor jurídico se um advogado ou um espirito de porco da mesma laia queira te ferrar.
Exemplo.
Se você tem um casamento na "vida real", se separa, mas não legalmente, encontra outro alguém e todo feliz se casa no Facebook.
Esse casamento facebookiano vale para o "mundo real"?.
Essa misturada braba do que é real e o que virtual e quando uma entra na outra pode até parecer suruba.
E é.
Mas é melhor saber quem está dentro dela.
Melhor saber das coisas.
Para variar.
Né não?!

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