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O Plebiscito do Pará escancara desigualdades no Norte e trás Belo Monte para a conversa


Por questões “ideológicas ambientais” os projetos para a Amazônia sofrem ataques de toda ordem.
Rodovias, ferrovias, hidrovias, hidrelétricas, portos, aeroportos, casa de farinha, taba de índio, casa de caboco, puteiro, qualquer coisa que se queira construir na Amazônia que não seja laboratório de cocaína ou plantação de maconha, sofrem pesadas restrições das ONGs e organismos ambientalistas criados em cativeiro para obstruir o uso do solo amazônico brasileiro pelos brasileiros.
Os gringos podem, claro.
O plebiscito de domingo disse não à divisão do Pará, mas a realização serviu para alertar o Brasil sobre as desigualdades não só do estado, mas de toda a região Norte.
A avaliação é do economista Célio Costa, autor do estudo que embasou o pleito de emancipação do Leste do Pará, onde se situam os municípios das regiões do Araguaia, Tocantins e Carajás.
Segundo ele, o Estado brasileiro terá, a partir de agora, de olhar com mais atenção para os projetos de infra-estrutura da região e efetivar os investimentos de desenvolvimento, já que muitos deles se arrastam há mais de 40 anos, como a Transamazônica, a rodovia Cuiabá-Santarém (BR-163) e a hidrovia Araguaia-Tocantins, a BR 319 que liga Manaus a Porto Velho e outras.
Todas paralisadas por questões de cunho “ideológico ambiental”.
Da mesma forma que os ingleses e depois os americanos pararam o sonho brasileiro de ter acesso ao Pacifico para escoar suas riquezas.
Há cem anos que esse projeto de integrar a America do Sul por rodovias e ferrovias é bloqueado, hora por pressão de canhão, hora por pressão das elites brasileiras do sudeste que não querem perder a boquinha e agora pelo discurso safado ambientalista criado em cativeiro.
Parece que nascer na Amazônia significa obrigatoriamente voltar a morar em arvores.
Voltar ao neolítico talvez.
Para deleite dos turistas e suas pipocas.
É assim que essa gente pensa a Amazônia deles.
Nós que somos filhos de índios, brancos e negros e viramos mamelucos somos intrusos, alienígenas, apesar de morarmos aqui há mais de 400 anos.
Eles transformaram os índios em nossos inimigos incentivando racismos e preconceitos e nem precisava tanto.
Querem ver com esse discurso um Brasil dividido em vários brasis.
Dentro do discurso “ideológico ambientalista” está um inimigo mortal do povo brasileiro.
E do Brasil.


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