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Skinheads indigenas batem em meninas skatistas que se vingam em emos heteros

Um grupo de 10 skinheads indígenas espancaram um grupo de meninas skatistas ontem na Eduardo Ribeiro.
Elas para se vingar, subiram para a Praça do Congresso logo depois do Bar Castelinho, conhecido point heavy metal e de intelectuais boêmios e surraram sem piedade um grupo de emos heterossexuais.
Os skinheads indígenas foram presos logo depois e a explicação dada por terem surrado as meninas skatistas é porque uns ambientalistas criados em cativeiro disseram para eles que a Amazônia é terra só para os índios e na cultura indígena mulher é para estar na lavoura plantando mandioca e não para ficar na rua andando de skate mostrando o tablet com roupinhas apertadinhas e tênis velho e rasgado.
De acordo com fonte não oficial, porque é assim que jornalista diz quando quer inventar ou caluniar, as meninas skatistas usaram os emos heterossexuais de bode espiatório só porque na cabeça delas emo é biba e se não for não é emo.
Portanto a Praça do Congresso pertence aos skatistas e não comporta outra tribo.
Ainda mais uma tribo careta de emo heterossexuais.
O pessoal da tribo heavy metal que tem a fama e a aparência de maus ficaram só assistindo o corre corre bebendo cerveja e ouvindo rock no Bar Castelinho, antigo reduto de putas expulsas pelos roqueiros.
A Barelândia é cheio de tribos e contradições.
Aqui mulher vota em homem e homem se junta em clubinho “Vamos Sentar no Kibe do Mazoca” só para bater publicamente em uma mulher.
Na Barelândia, preto, pobre e ferrado vota em tucano.
Vai entender.

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