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O Serra e seu ladrão afro descendente


A eleição presidencial no Brasil sempre foi marcada por escândalos fabricados pela grande imprensa elitista que não suporta a idéia de um presidente ligado ao trabalhismo ou a origem nas camadas mais pobres. A revistinha Veja, a Folha de São Paulo ou o Estadão fabricam a denuncia de manhã e a noite a Rede Globo no indefectível Jornal Nacional dá um ar de veracidade a elas, sendo verdade ou não, pouco importa. O esquema se repete a cada eleição desde a abertura política. O Lula foi alvo desse massacre em todas as eleições que disputou. Essa semana a estratégia vai se repetir ferozmente. Vão pipocar acusações de toda ordem contra a Dilma Roussef, criadas na central de baixaria em que se transforma o que no Brasil é chamado de grande imprensa. A família Marinho da Rede Globo, a família Frias da Folha de São Paulo, os Mesquitas do Estadão e os Civita da Editora Abril que publica a gosmenta revista Veja, todos eles apoiaram o golpe militar, a ditadura implantada no Brasil e detestam a idéia de perder o controle do estado brasileiro para um presidente de origem popular. Essa fixação faz com que sistematicamente apóiem um candidato que defenda seus interesses, nessa eleição no caso é o Serra. Tanto que para isso eles blindam o Serra de todas as formas. Essa semana a campanha serrista é flagrada sendo surrupiada em quatro milhões de reais pelo Paulo de Souza, vulgo “Paulo Preto”, homem de confiança do FHC e diretor da DERZI que construiu o Rodoanel, sempre sob acusação de superfaturamento e nunca investigado. A imprensa aceitou a defesa do Serra ao se explicar dizendo que não conhece nenhum “Paulo Afro Descendente” mas sim o Paulo de Souza. Ahhhhhh....tááááá! Se fosse gente do PT por muito menos estavam fazendo o maior barulho. A imprensa à muitos anos livra a cara dos tucanos corruptos para levar o seu. A Rede Globo ganhou do governo paulista o terreno carrissimo ao lado da Ponte Agua Espraiada de brinde pela força por esses anos de ataques ao PT, com provas ou sem provas. E assim caminha a nossa democracia.

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