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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Narco apresentadores da politica da Barelândia

Como vírus eles se proliferam entranhando-se no poder através do legislativo, geralmente bancados por padrinhos políticos já encastelados nas tetas do dinheiro do povo e donos de empresas de comunicação compradas com dinheiro desviado do erário e muitas delas são concessões publicas. Estou falando dessa modalidade de assalto da coisa pública que aflige o Brasil, que começa como apresentador de televisão de programas de baixo nível, geralmente com cunho policialesco e assistencialista, depois se candidata a cargo público e toma de assalto o poder.
O problema é que além de aparecerem como gafanhotos, feito praga, eles se proliferam feito preás, criando tentáculos familiares dentro da orbita do legislativo. Se contar nos dedos, metade das cadeiras da câmara dos vereadores e da assembléia legislativa está na mão dessas trupes nefastas.
Em Manaus essa prática está tão enraizada que já tem netos na trilha dos avós, tornando-se, portanto, um rentável negócio de família aos moldes das máfias. Esses narco-apresentadores narcotizam a consciência política do cidadão, e o que assusta é que a justiça eleitoral sequer possui leis que permitam a sociedade defender-se dessa prática totalmente anti-democrática.
Em ano de eleição sempre aparece alguma novidade no ramo, uma cara nova, algum outro candidato para substituir os antigos, que vão para a esfera federal, migrando para esferas mais altas. É um negócio em escala industrial, tem refil, peça de reposição, estoque, almoxarifado e setor contabilidade, claro. É um projeto de governo com fins totalmente obtusos, para enriquecimento pessoal.
Haveria de se ter uma lei eleitoral que regulamentasse a participação de pessoas que usam espaços midiáticos profissionalmente com fins claramente eleitoreiros. Chega a ser desigual para os outros candidatos. Esse tipo de modalidade que sequer pode ser chamada de criminosa por ausência de legislação a respeito, faz campanha político-partidária o ano todo, travestido de opinião jornalística, atacando um candidato e elogiando outro, sistematicamente, assim drogando a opinião popular.
Talvez essa seja o pior tipo de droga, é pesada, e totalmente legal, já que não existe, aparentemente, uma lei que proteja a sociedade civil dessa narcotização.
É que a televisão me deixou burro, muito burro demais e eu ligo o rádio e blá blá blá, não dá pra controlar.
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1 comentários:

Rodrigo disse...

Enquanto a modalidade monoteísta de pensamento, que acredita que tudo é 1, não aprender a votar no Legislativo, vamos ter essa merda no cardápio por muito tempo...

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